Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Bibliotecas Escolares de Alcochete

Juntos aprendemos mais.

Bibliotecas Escolares de Alcochete

Juntos aprendemos mais.

Sugestões de leitura

Concurso Nacional de Leitura 2º e 3º ciclos-Inscrições e Calendarização

BE AEA, 23.11.22
Estão abertas as inscrições para o CNL do 2º e 3º ciclos. Depois de avançarmos com os títulos das obras, deixamos agora o calendário para a realização das provas da fase escolar:
 
2º Ciclo - dia 11 de janeiro, pelas 10.05, 4ª feira ;
3º Ciclo - dia 18 de janeiro, pelas 10.05, 4ª feira
Podes e deves inscrever-te junto dos teus professores de Português !
 
Para os mais distraídos recordamos os títulos das obras escolhidas : 
 
2º Ciclo - Ali Babá e os 40 ladrões, adaptação de António Pescada
3º Ciclo - Missão Impossível de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
 
Os livros serão brevemente disponibilizados em formato digital e estarão disponíveis para empréstimo domiciliário na BE da EBDM.
Boas leituras!
 

 

 

Concurso Nacional de Leitura - 16ª Edição

BE AEA, 15.11.22
Bibliotecas Escolares Alcochete Deixamos os títulos das obras escolhidas para a Prova de Escola do CNL do 2º e 3º Ciclo. A saber:
2º Ciclo - Ali Bábá e os 40 ladrões, com adaptação para a Língua Portuguesa de António Pescada
Sinopse - Naquela manhã, como em todas as manhãs que lhe foram dadas por Alá, Ali Babá andava a cortar lenha na montanha. De súbito, aparece no horizonte uma nuvem de poeira, aproxima-se uma caravana de quarenta ladrões e o pobre lenhador esconde-se numa árvore. Como podia ele ter imaginado que esse gesto simples de prudência iria mudar a sua vida, fazer com que o sangue e a violência entrassem na sua casa? É que do seu esconderijo, Ali Babá descobre um segredo fabuloso: as palavras mágicas que dão acesso ao tesouro dos bandidos...
3º Ciclo - Missão Impossível de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
Sinopse - Partindo de uma garrafa de porcelana azul e branca da China encomendada por Jorge Álvares em 1552, de que a Fundação é proprietária e pode ser vista no Museu do Centro Científico e Cultural de Macau, em Lisboa, as autoras desenvolvem no livro Missão Impossível, uma aventura em que ressalta a vida de Jorge Álvares no Oriente naquela época, os seus amigos bem como as lendas e os animais míticos chineses.
 
Brevemente serão dadas as datas da Prova de escola e disponibilizadas as obras escolhidas para empréstimo e consulta digital.
Deixamos o "link" do CNL para consulta: Plano Nacional de Leitura (pnl2027.gov.pt)

 

 

À descoberta dos Habitats

BE AEA, 14.11.22
No âmbito da disciplina de Ciências Naturais os alunos das turmas 5ºA, H e J realizaram uma saída de campo, com os seus familiares, de forma a reconhecerem alguns tipos de habitats.
Os alunos realizaram trabalhos muito criativos e demostraram muito interesse na atividade proposta. Aproveitem, pois alguns dos trabalhos realizados ainda se encontram expostos na BE da EBDM.
A professora, Helga Guerreiro

WhatsApp Image 2022-11-10 at 12.24.42.jpeg

Partilha de um lindo texto "Vermelho no antigamente" Carolina Viegas

BE AEA, 10.11.22
Queremos partilhar com todos um texto da autoria da nossa aluna, Carolina Viegas do 8ºF. Este texto foi lido num momento especialmente emotivo durante a nossa Maratona da Leitura. Agradecemos à Carolina ter partilhado connosco o seu texto que enriqueceu de sobremaneira o nosso evento! Bem-haja!

 

"Vermelho no antigamente

Era um dia de inverno frio, gelado e transparente. Apenas se observavam pequenas linhas vermelhas traçadas no chão. Ao longe ouvia-se uma menina que ao caminhar dizia:

-Rosa rasgada murchando no chão
Beija o destino
Dizendo-lhe não.

-No tempo passado
Pingou a vermelho
O rasto deixado junto ao espelho.

-Espelho refletiu o tempo presente
Mas o passado
Ficou indiferente.

-Rosa vermelha ficou esquecida
Pois no presente
Perdeu a vida.

Se as pessoas ouvissem estas palavras não entenderiam ao certo o que significavam, mas para a jovem faziam sentido. Essa jovem era Helena que tinha a pele branquíssima, cabelo negro e olhos dourados. Caminhava descalça na neve e o frio entrava-lhe pelo sangue a dentro. Quanto mais andava mais os seus pés ficavam gelados e encarnados do frio que permanecia no exterior, até que chegou um ponto em que começaram a escorrer gotículas minúsculas de sangue que ficavam marcadas na neve.
Helena continuava como se nada fosse. Andava, andava e não parava de pronunciar a sua cantiga. Ninguém sabia o que queria dizer com o passado, com o presente e com a reflexão do espelho.
A pele branca de Helena começava a preencher-se de pequenos pontos vermelhos. Mesmo assim, Helena não parava de dizer a cantiga, por mais trémula e gelada a sua voz. Ao avançar, de repente Helena caiu e permaneceu estendida na neve gelada.
Desmaiou por instantes, mas depois recuperou a consciência. Sem muita energia, começou a gatinhar pela neve até chegar a um rio congelado. Olhou para o rio tocando-lhe com a sua mão e pronunciou novamente a cantiga.
Ao tocar no rio pediu-lhe:
-Rio, por favor reflete o teu espelho e mostra-me o passado.
Após emitir as suas palavras ao rio, este concedeu-lhe o pedido. Nas suas águas começaram a ficar projetadas imagens do mesmo espaço, mas no antigamente. O rio mostrava imagens de um bonito dia de inverno rodeado de várias rosas todas vermelhas. Junto delas caminhava Helena, mas no antigamente.
Ao ver estas imagens, Helena dizia com voz trémula e gelada:
-Quem me dera voltar ao passado! Era tudo tão diferente! Já nem se veem rosas vermelhas.
Helena levantou-se e voltou a caminhar. Estava ligeiramente triste, pois queria volta ao tempo passado. No passado Helena sentia-se melhor. Gostava muito de rosas. A partir delas conseguia sentir paz e calma, mas ao longo do tempo foram desaparecendo. A jovem deslocava-se e repetia:

-Rosa rasgada murchando no chão
Beija o destino
Dizendo-lhe não.

-No tempo passado
Pingou a vermelho
O rasto deixado junto ao espelho.

-Espelho refletiu o tempo presente
Mas o passado
Ficou indiferente.

-Rosa vermelha ficou esquecida
Pois no presente
Perdeu a vida.

Agora a cantiga fazia mais sentido. Helena pensava para dentro:
-Que posso eu fazer? Não posso voltar atrás. As minhas rosas desapareceram. Agora está um frio de rachar que até me faz deixar um rasto vermelho na neve.
Chorava, pois não conseguia conter a enorme tristeza. Triste e desesperada, sentou-se junto ao rio.
-Liberta-me que eu concretizo o teu maior desejo! – disse o rio num tom muito baixinho.
-Quem falou? – perguntou Helena.
-Fui eu, o rio para que olhas. -respondeu o rio.
Ao ouvir a voz do rio Helena ficou surpreendida. Começou a pensar como é que ele iria realizar o seu maior desejo e como é que o libertaria. Depois de algum tempo de reflexão, a jovem começou a andar por cima do rio congelado. O gelo começou a rachar, as águas começaram a correr e os pés de Helena ficavam cada vez mais roxos. Conseguiu libertá-lo.
-Obrigado por me libertares. – falou o rio pela última vez.
Na beira do rio surgiram sete rosas vermelhas, brilhantes e bonitas. Helena estava gelada, roxa e a escorrer sangue pelos pés. Tocou nas rosas e sentiu uma enorme felicidade. Sentiu-se viva, alegre e diferente. Mas o frio era enorme e não deixava Helena continuar.
Não aguentou o frio e acabou por ir para outro mundo. A jovem doce, simpática e discreta era agora uma rosa que brilhava mais do que todas as outras. Agora era mais feliz e mais viva, pois tornou-se no seu desejo."

Carolina Mar Felício Viegas

Top Leitor - OUTUBRO

BE AEA, 08.11.22
Temos o prazer de anunciar o leitor top do mês de outubro da BE da EBDM, com 5 leituras, a aluna Raquel Esteves do 6ºE!
A Raquel está convidada a passar pela BE para levantar o seu merecido prémio!
Continuação de boas leituras!

 

troféu.jpg

TOP Turma - OUTUBRO - 5ºI

BE AEA, 08.11.22

Temos o prazer de anunciar que a turma com mais visitas à BE da EBDM, sem contar com empréstimos domiciliários, é a turma do 5ºI, com 103 visitas!!!

Obrigado pela vossa preferência!

Exposição "Día de los Muertos"

BE AEA, 03.11.22

No dia 31 de outubro, o grupo de Espanhol e de E. Visual juntamente com os seus alunos, celebraram a famosa tradição mexicana, El Día de los Muertos, com esta atividade pretendeu-se aproximar a comunidade escolar desta efeméride.

El Día de los Muertos é uma tradição mexicana celebrada nos dias 1 e 2 de novembro, na qual se honra a memória dos mortos. Teve origem na mistura entre as comemorações católicas (Día de Todos os Santos) e os diversos costumes dos indígenas do México.

No âmbito da disciplina de Espanhol e de E. Visual, foi proposto aos alunos a elaboração de caveiras subordinadas a esta festividade. Os trabalhos dos alunos encontram-se expostos no placar da entrada principal e na Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas de Alcochete.

Obrigada aos alunos pela sua criatividade!