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Bibliotecas Escolares de Alcochete

"Juntos aprendemos mais"

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A Nau Catrineta – A chegada a casa

Leonor Moreno, nº 12, 6ºG

A Nau Catrineta – A chegada a casa

Quando o Capitão finalmente chegou,

Deparou-se com algo inesperado.

As suas duas filhas estavam à sua espera,

Na sua antiga casa.

 

-"Meu querido pai que saudades!"

“- Olá, minhas queridas, há quanto tempo!

Mas onde está a minha outra filha?

 A mais formosa!"

“- Ela está no seu quarto,

 disse que queria falar com o pai sozinha!"

 

Então lá foi o capitão muito feliz ver a sua outra filha.

Muito ansioso bateu à porta.

"- Pode entrar pai!

Estava à sua espera."

Quando o capitão estava pronto para lhe dar um abraço,

ela não o aceitou.

“- Minha filha porque recusa meu abraço?

Estava com muitas saudades."

“- Porque é que não me diz o pai?"

“- Desculpe querida, não entendi o que quis dizer."

-" Então vai dizer-me que não foi o pai que mandou

matar a mãe, só para poder estar com outra mulher?"

“- Olhe como fala comigo, minha menina!

Está louca?!"

“- Pode dizer paizinho só estamos os dois aqui."

“- ...."

“- Pois foi como eu pensei.

 

 

E já agora fui eu que mandei o tal demónio,

para levar a sua alma."

 

Entretanto quando o capitão ficou em choque

apareceu um soldado pela janela e matou-o.

Quando a mesma estava pronta para fugir,

A guarda real já estava à sua espera na porta de casa.

Já na prisão, a alma da mãe apareceu-lhe.

“- Minha filha, que foste tu fazer?!

Não te ensinei para não te espelhares nas más ações dos outros?

Não se deseja a morte a ninguém,

 muito menos a um pai, por mais errado que esteja!”

- “Mamã, que fui eu fazer?”

junho 2021

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