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Bibliotecas Escolares de Alcochete

"Juntos aprendemos mais"

Bibliotecas Escolares de Alcochete

"Juntos aprendemos mais"

Onde a História e a Ciência se unem!

Este filme de animação digital reflete a feliz fusão entre o cinema e a ciência. Conta a história de um cão com cerca de 7.600 anos. O mais antigo esqueleto quase completo de que há registo na Península Ibérica. O seu esqueleto foi encontrado por arqueólogos no final do século XIX em Muge, Portugal. Mais recentemente foi alvo de um estudo detalhado com as mais avançadas tecnologias ao dispor: de datação por radiocarbono, de análise de isótopos, de genómica e de imagiologia, que permitiram a interpretação da sua vida e morte. Esta é uma história de zooarqueologia. "O Cão de Muge – um amigo pré-histórico” é um filme de divulgação científica que combina criatividade e beleza.

Dia Nacional da Cultura Científica

Celebramos Rómulo de Carvalho

Origem do Dia

Este Dia Nacional da Cultura Científica foi criado em 1996 em Portugal. Foi escolhido o dia 24 de novembro para a sua celebração pois foi neste dia (em 1906) que nasceu Rómulo de Carvalho, o professor de Física e Química responsável pela promoção do ensino de ciência e da cultura científica em solo nacional. Rómulo de Carvalho foi também poeta, sob o pseudónimo de António Gedeão.

Lágrima de Preta

Encontrei uma preta
que estava a chorar,
pedi-lhe uma lágrima
para analisar.

Recolhi a lágrima
com todo o cuidado
num tubo de ensaio
bem esterlizado.

Olhei-a de um lado,
do outro e de frente:
tinha um ar de gota
muito transparente.

Madei vir os ácidos,
as bases e os sais,
as drogas usadas
em casos que tais.

Ensaiei a frio,
experimentei ao lume,
de todas as vezes
deu-me o que é costume:

nem sinais de negro
nem vestígios de ógio.
Água (quase tudo)
e cloreto de sódio.

António Gedeão

Parlamento dos Jovens: um programa em livro

Os nossos alunos participaram neste debate da Sessão Escolar à Sessão Nacional

Parlamento dos JOvens em Livro.jpg

«Foi, pois, em boa hora que tomou o Senhor Deputado Porfírio Silva a iniciativa de se debruçar sobre o Programa Parlamento dos Jovens, e, em concreto, sobre a edição de 2017, dedicada, sob meu impulso, à Constituição da República Portuguesa, no rescaldo das Comemorações dos 40 anos da sua aprovação, que a Assembleia da República levou a efeito em 2016 com enorme sucesso.
(…) Uma edição que colocou a Constituição no cerne dos múltiplos debates que, em todo o Continente, Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, e além-fronteiras, envolveram milhares de jovens - debates com os quais o Parlamento e o Parlamento dos Jovens deram um enorme contributo para a defesa da democracia e da liberdade (que tanto custaram a conquistar).
Porque para defender a democracia precisamos de conhecer os instrumentos da democracia e precisamos de conhecer os direitos e os deveres que a Constituição nos confere, e não haverá melhor escola que o Parlamento dos Jovens.»

10 de novembro 1938: Noite de Cristal

O início do Holocausto

 

A noite de cristal foi um assalto generalizado a lojas e as casas de judeus que ocorreu por toda a Alemanha e também na Áustria segundo um plano de ação instigado e planeado pelo próprio partido nazi no poder, nomeadamente pelo ministro Goebbels, o ministro da propaganda, e que foi  levado a cabo na noite de 9 de novembro de 1938 pelas forças paramilitares nazis, as SA e as SS.

Ficou conhecida como a noite de cristal devido ao número de vidros partidos de lojas e montras que foram partidas e quebradas durante essa noite e que ficou como uma espécie de marca desse dia e dessa noite terrível. O pretexto oficial foi o assassinato de um diplomata alemão em Paris por um judeu. Tinha ocorrido uns dias antes e esse diplomata acabou por falecer precisamente nesse dia.

Mas na verdade a noite de cristal foi uma espécie de culminar de um longo processo de perseguição aos judeus que teve lugar na Alemanha e depois na Áustria e mais tarde em todos os territórios ocupados pelos nazis, e que teve o seu inicio logo após a subida ao poder de Hitler em 1933.

Inicialmente tratou-se de um primeiro conjunto de lei que impediam o acesso dos judeus ao funcionalismo publico e que cerceavam gradualmente uma série de direitos cívicos e, mais recentemente, uma perseguição mais aberta e declarada com confisco de bens, deportações para campos de concentração e expulsão do país de milhares de judeus.

É claro que as motivações  ideológicas e materiais por parte dos nazis têm a ver com questões de anti-semitismo primário deste partido e, sobretudo também, uma questão puramente material de confisco de tentativa de a apropriação dos bens e das riquezas dos judeus.

 

  • E qual foi o resultado desta noite de cristal?

O balanço desta noite foi terrível: calcula-se que duas centenas de sinagogas tenham sido destruídas durante essa noite e vários milhares – cerca de 7 mil lojas judaicas tenha sido destruídas, queimadas ou danificadas de alguma forma.

Seguiu-se um processo de perseguição com prisão e deportação de várias dezenas de milhares de judeus e sobretudo um impulso de puro terror para que os restantes judeus abandonassem a Alemanha.

Uma das questões que envolve esta noite é que de facto muitos dos judeus que tentaram abandonar a Alemanha não o conseguiam fazer porque não havia pais que os acolhesse. Por exemplo a Polónia recusou-se a abrir as fronteiras aos judeus e portanto pode-se calcular a situação dramática em que estas pessoas viviam.

Há quem considere que o holocausto não começou com a abertura do campo de Auschwitz mas que teve o seu primeiro passo precisamente nesta Noite de Cristal de 9 de novembro de 1938.

História Ilustrada do Rock

Sugestão Leitura 3.º ciclo

História do Rock.jpg

O título resume na perfeição o tema e a perspectiva escolhida para o abordar. O Rock, enquanto um dos géneros musicais mais importante e, qui ça, um dos mais democráticos do século XX, é aqui descrito na sua evolução através de breves textos e muita ilustração. Destacam-se figuras, álbuns, novos estilos e avanços técnicos, essenciais à mudança. Assim, o leitor acede a nomes basilares logo nas guardas iniciais e dali segue viagem. Beatles, David Bowie, Elvis Presley, The Roling Stones ou Nirvana são apenas alguns. A primeira parte do livro organiza-se por décadas, de 1950 ao presente. Depois surgem então outros tópicos, alguns dos quais surpreendentes, como a presença de mulheres no rock. Com nomes e números comprova-se que continuam a ser uma minoria, apesar de algumas serem nomes incontornáveis do género e da música em geral. Há ainda espaço para os festivais, editoras e meios de comunicação, tecendo assim um panorama de introdução ao tema muito completo. Texto e imagem, para além de entretecerem a informação com símbolos identitários do tema, conseguem lançar alicerces básicos para que qualquer leitor possa explorar, por si próprio, o universo do rock através de vários ângulos sem perigo de uma voz única. Até, em última instância, a estratégia enumerativa permite constatar eventuais ausências que promovem novas questões. Porque não tem Madonna o destaque de P.J. Harvey, que aparece depois? Ou ter o leitor algum tipo de expectativa que não vê plasmada no livro. Seja como for, esta selecção enciclopédica para iniciantes ajudará muito e bem todos os que por ela se interessem.

Resumo da responsabilidade do Plano Nacional de Leitura 2027

 

Caixa da Gratidão de Margarida Fonseca Santos

Sugestão de Leitura 3.º Ciclo

caixa da gratidão.jpg

Mais um título da coleção “[a escolha é minha] que se debruça sobre conflitos sociais. Desta feita, um aluno rebelde esconde a revolta das dificuldades quotidianas. Não há falta de amor, não há violência, há uma responsabilidade prematura por uma avó com Alzheimer, desemprego e frustração. A solidariedade, impulsionada em sala de aula, pode ter dois efeitos: o da dignidade ferida e o do verdadeiro agradecimento. As alterações de comportamento dos dois protagonistas vem abrir caminho sobre o sentido mais sincero desta “caixa de gratidão”.

Resumo da responsabilidade do Plano Nacional de Leitura 2027

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